Aos 82 anos, paciente celebra nova chance de vida após implante de válvula cardíaca no Hospital Gabriel Soares

Procedimento minimamente invasivo, conhecido como TAVI (Implante Transcateter de Válvula Aórtica), foi realizado na Hapvida Sergipe e garantiu alta da paciente em excelente estado clínico mesmo com idade avançada

Publiciado em 24/04/2026 as 08:34

Com largo sorriso no rosto e braços levantados aos céus. Foi assim que dona Maria Santos, 82 anos, demonstrou gratidão ao reencontrar a equipe “que salvou sua vida” - como ela definiu o sentimento.

A aposentada passou seis dias internada no Hospital Gabriel Soares, da Hapvida Sergipe, depois de ser submetida a um procedimento conhecido como TAVI (Implante Transcateter de Válvula Aórtica).

O cardiologista intervencionista da Hapvida que realizou o procedimento, Thiago Mendonça Lopes, falou sobre a intervenção bem sucedida. “Diferentemente da cirurgia cardíaca tradicional, em que é necessário abrir o tórax para trocar a válvula, no TAVI a gente implanta uma nova válvula por dentro da válvula doente. Essa prótese vem comprimida, bem compactada, e é expandida no local correto, o que torna o procedimento menos invasivo e com uma recuperação mais rápida para o paciente.”

Diagnóstico e Recuperação

O diagnóstico da dona Maria Santos era estenose aórtica, um estreitamento da válvula aórtica do coração, que acaba bloqueando o fluxo sanguíneo do ventrículo esquerdo para o resto do corpo, geralmente causada por acúmulo de cálcio com a idade. “Eu sentia muito cansaço, fazia as coisas e me sentava como se faltasse ar", lembra a paciente. "Mas graças a Deus e aos anjos desse hospital da Hapvida, eu consigo fazer minhas coisinhas com fôlego , devagarzinho ainda sem abusar né?” completou com alegria e risadas.

No caso da dona Maria, além do TAVI, ela também recebeu uma marca-passo definitivo. “No caso dessa paciente, isso já era algo esperado, porque ela já apresentava um distúrbio de condução” pontuou Thiago.

Gratidão

Um dos momentos marcantes durante o retorno da paciente foi o reencontro com a enfermeira gestora da hemodinâmica, Kamilla Ismerin. “Esse caso sem dúvidas é um marco. O resultado positivo foi um esforço coletivo da nossa equipe multidisciplinar. E agora ver a felicidade da dona Maria e toda a família, não tem preço”, destacou Kamilla.

“Eu até pensei em desistir, achei que meu caso não tinha mais jeito. Mas, graças a Deus e ao meu plano de saúde, agora estou aqui para recomeçar a minha vida e contar a história,” finalizou.

Publicidade

Publicidade