*13 de março - Dia Nacional de Luta contra a Endometriose reforça alerta sobre a doença que afeta milhões de brasileiras
A mobilização acontece dentro do Março Amarelo, campanha dedicada à conscientização sobre a endometriose durante todo o mês

Nesta sexta-feira (13), o Brasil celebra o Dia Nacional de Luta contra a Endometriose, data instituída pela Lei 14.324/2022. O objetivo da data é ampliar o debate sobre a doença, estimular o diagnóstico precoce e fortalecer políticas públicas de atenção à saúde da mulher.
A mobilização acontece dentro do Março Amarelo, campanha dedicada à conscientização sobre a endometriose durante todo o mês. Para a ginecologista da Hapvida Denise Lima Grossi, a data serve de alerta não só para as mulheres mas também para toda a sociedade.
“A endometriose acontece quando células semelhantes ao endométrio, que é o tecido que reveste o útero, se implantam fora dele e podem atingir estruturas como os ovários, as trompas e outras regiões da pelve. Esse processo pode provocar inflamação e causar dor ao longo do ciclo menstrual. Muitas mulheres passam anos acreditando que sentir dor é algo normal, mas não é. Neste Dia Nacional da Luta contra a Endometriose, dentro do mês de conscientização sobre a doença, o Março Amarelo, é importante reforçar o alerta para que as mulheres observem os sinais do próprio corpo e mantenham o acompanhamento ginecológico em dia. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado fazem toda a diferença”,alerta a ginecologista.
A importância do diagnóstico precoce
A dona de casa Rosicleide Gonçalves conta que passou oitos anos sofrendo com dores por falta de conhecimento. “Eu tinha sangramentos e muitas dores , isso sem falar no cansaço. Depois que descobri a doença e passei por uma cirurgia, encontrei forças para fundar um grupo de mulheres de Sergipe que lutam contra a endometriose e seus desafios diários,”desabafou.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva no mundo convivem com a doença. No Brasil, estima-se que milhões de mulheres sejam afetadas, muitas vezes enfrentando demora no diagnóstico devido à normalização da dor menstrual intensa.
Entre os sintomas mais comuns estão cólicas menstruais severas, dor pélvica crônica, dor durante relações sexuais, alterações intestinais e infertilidade. Estes sinais não devem ser ignorados, por isso, a avaliação médica é fundamental para confirmação do diagnóstico e definição do tratamento.
Fonte || Assessoria de Comunicação
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